PRODUTIVIDADE EM ALTA MESMO EM MEIO A PANDEMIA E REGIME DE TELETRABALHO

03 de Junho de 2020, 17h30

O cenário que se instalou diante da pandemia do coronavírus, levou a todos os membros, servidores, estagiários e colaboradores do Ministério Público à uma nova modalidade de trabalho. Desde o dia 17 de março, considerando a declaração pública da OMS a respeito do Covid-19 e reunião com o TJGO, ficou definido a modalidade de teletrabalho para o grupo de risco. Formato prudente segundo o presidente do SINDSEMP. 

“Parabenizo a Administração pela implementação da modalidade. Mostra que todos tem o seu valor e que a segurança e saúde é fundamental, fazendo ou não parte do grupo de risco. Temos que destacar também a atuação de cada servidor que não deixou de atender pelos meios de comunicação definidos e principalmente não deixaram de desempenhar o seu melhor”, declara Gilclésio Campos. 

Desde então, em suas casas ou em regime de plantão, o trabalho está sendo desempenhado com maestria por todos. Conversamos com alguns filiados a respeito do teletrabalho, confira abaixo o que nos disseram cada um deles.

Pedro Henrick Vieira Fernandes - Secretário Auxiliar - PJ Orizona. 

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Desde 2016 no MP, o filiado afirma que as medidas tomadas pela Administração foram assertivas “O MPGO tomou uma excelente medida no início do problema”, declarou. Pedro destaca que em Orizona, o promotor determinou o teletrabalho ou regime de plantão, podendo comparecer na Promotoria. Cada servidor poderia optar pelo que lhe seria melhor, e por ter dois filhos, Pedro (que não faz parte do grupo de risco) optou pelo plantão.

Mesmo com os atendimentos via telefone, aplicativo e e-mail, o profissional destaca o aumento da produtividade. De acordo com Pedro, a maior dificuldade é “notificar os órgãos e os envolvidos em cada procedimento. Nem todos possuem meios alternativos à notificação pessoal.” 

Com 15 mil habitantes, não há registros de casos em Orizona. Ele reforça a atuação do poder público local que está trabalhando junto com a comunidade no combate à disseminação do vírus.

Marielle Diniz – Secretária Auxiliar - 2º PJ de Guapó. 

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A servidora não faz parte do grupo de risco e em razão da natureza das atividades desempenhadas, atua meio período em teletrabalho e no outro de forma presencial. De acordo com a filiada, a produtividade segue em alta e o maior desafio para o trabalho remoto é “o fato de os autos extrajudiciais do MP ainda serem físicos”. 

Com 10 casos registrados em sua cidade, Marielle alega insegurança no que diz respeito à “volta dos atendimentos presenciais ao público”. A filiada considera baixo os números por Guapó fazer parte da região metropolitana de Goiânia.

Leomar Pereira Meireles - Oficial de Promotoria – PJ da Cidade Ocidental/GO. 

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Lotado no entorno do DF, o filiado afirma maior eficiência nas atividades desempenhadas. “É bem mais eficiente devido ao fato de ser feito em horário mais adequado para encontrar as pessoas.” 

Questionado sobre o regime do teletrabalho adotado pelo MP, Leomar considerou “prudente”. Aos 40 anos, mesmo não sendo do grupo de risco, o servidor afirmou não sentir segurança para o retorno gradual. “Na minha região tem aumentando de forma rápida as contaminações”, declarou.

Gilcimar da Rocha Batista - Sectário Auxiliar - Coordenação de Formosa. 

Com esposa no grupo de risco, o filiado aderiu logo de imediato ao isolamento. Gilcimar também é outro servidor que afirma alta produtividade durante este período. “Minha produtividade melhorou e o número de atendimento também.” 

O filiado ainda foi além e se solidarizou com os mais carentes da sua comunidade. “O maior desafio é a acessibilidade do público para com o MP, já que a comunidade mais carente não tem acesso à internet, sequer a telefone. Tanto é que disponibilizei meu telefone particular para a Comarca de Formosa conversar com o MP. Já até fiz atendimentos nos sábados e domingos.” 

Com recorde de mortes em sua cidade ontem (03), Gilcimar alega insegurança em retornar as atividades. Segundo informações repassadas pelo sindicalizado em sua cidade a população não se importa com o cenário. “Tudo parece normal, exceto pelas máscaras que o público usa. Creio que esse conflito entre União, Estados e Municípios tenha contribuído com isso.”

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Fonte: Assessoria de Comunicação - Marielly Dias